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Cidade| Vicinal

Caminhões atolam em estrada no Taboão

Principal problema é a falta de pavimentação numa via que é muito utilizada, principalmente, por caminhões

Publicada em 27/09/09

Marcelo Alvarenga

Atoleiro: Buracos e lama por todos os lados desafiam motoristas de caminhão que usam a estrada

Tiago Endrigo
Da reportagem local

A falta de pavimentação está prejudicando o tráfego na estrada municipal Engenheiro Abílio Gondim Pereira, no bairro do Taboão. Há poucos dias, uma longa fila de caminhões se formou na pista porque veículos atolaram na lama, entre os buracos. Motoristas ficaram revoltados com a situação, que tende a se repetir cada vez que chover forte.
A estrada vicinal tem início na rodovia Pedro Eroles (SP-88), a Mogi-Dutra, no Sítio Betânia, e segue até a portaria de uma fábrica de concreto localizada no trecho final da via. Constantemente, a estrada é usada por caminhões carregados de areia e concreto que descarregam o material na empresa. Mas, segundo alguns motoristas, a grande quantidade de lama na via fez com que muitos caminhões atolassem. Outros que insistiram em seguir por trechos em aclive acabaram "patinando". Com vários caminhões parados ao longo da vicinal, uma longa fila se formou. Uma retroescavadeira da Prefeitura de Mogi foi mandada para o local para "puxar" os caminhões atolados.

Apesar de alguns trechos serem nivelados e cascalhados, como em uma área próxima à Mogi-Dutra, é possível encontrar ao longo da via uma grande quantidade de atoleiro e trechos escorregadios. Em outros pontos, como próximo da portaria da fábrica de concreto, a via fica estreita, impedindo a passagem de dois veículos longos ao mesmo tempo.
Os motoristas de caminhões e carretas que estavam aguardando na fila reclamaram. Sem se identificar, um motorista explicou que já enfrentou o problema outras vezes. "É pura lama. Alguém tem que resolver essa situação, já que se trata de uma estrada importante para o nosso trabalho".

O ajudante Ricardo Natal, 24 anos, explicou que a estrada não comporta mais o tráfego de caminhões. "Ela é estreita demais. Se ninguém faz a manutenção, ela se transforma em uma armadilha", destacou.



Prefeitura
Por meio da Coordenadoria de Comunicação, o secretário municipal de Serviços Urbanos Nilmar de Cássia Ferreira explicou os serviços de manutenção na via precisam ser constantes e que as empresas colaboram: "A Prefeitura está buscando soluções para que a estrada receba pavimentação adequada ao enorme tráfego de veículos pesados no local diariamente", acrescentou.



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